Não há almoços grátis, principalmente quando somos nós a pagá-los,
algumas vezes ainda recebemos troco, aceitá-lo, ou oferecê-lo de gorjeta,
depende de cada um.
Hoje, além de companhia, também fiz doce de chuchu (coisa
pouca, três quilos e picos), insuficiente para “calar” as bocas das mulheres (esposa,
filha, mãe e sogra). Quatro línguas de um lado, e do outro, apenas dois ouvidos,
os meus…
Depois do almoço bem podia ter ido fazer uma sesta, para não
as incomodar, mas, não é meu hábito e seria uma indelicadeza. Retirei-me para o
meu quintal, para queimar as calorias…
Terei feito bem? Trabalhar num dia de feriado santo… será
pecado?
Vermelhos, cheirosos, suculentos, ao natural, pelados, enrolados,
recheados, com ovos, com cebola, com requeijão, em sopa, nas massas, no arroz, (assados
não), em doce, com nozes, os meus tomates são de comer e chorar por mais.
Com todo este calor, e também por ser sexta-feira, fiquei
meio baralhado sem saber o que fazer deles. O mais provável é ir pô-los de
molho...
Este é um Jogo de Estratégia, uma boa Abertura faz toda a
diferença, evite fraquezas, não mexa duas vezes a mesma peça, poupe jogadas, controlando
o Centro dominará o adversário e este acabará por se render...
Já pouco falta para fazermos o balanço desta mini estadia
por terras do Minho. A sensação que sentimos depois de todo este exercício
físico não podia ser mais coincidente…
"Taberna" - Jaime Azinheira Fundação Bienal de Cerveira
Ainda não estamos propriamente assim,
mas para lá caminhamos a passos largos se não arrepiarmos caminho. Amanhã já é dia de regressar a casa para aquela vida espartana e agora só me ocorre dizer
isto: “é tão bom, não foi?”